Gramado de São Januário ganha elogios e é unanimidade entre vascaínos e rubro-negros

Domingo, 14/02/2016 - 00:36
comentário(s)

Os dias que antecedem ao clássico entre Vasco e Flamengo neste domingo têm sido marcados pelas divergências entre os clubes no que se refere à realização da partida em São Januário. Há, porém, em meio aos posicionamentos antagônicos, um senso comum entre os rivais: o gramado do estádio cruzmaltino.

O primeiro a enaltecer o estado do campo, inclusive, foi o técnico rubro-negro Muricy Ramalho. Conhecedor do local, onde trabalhou em diversas oportunidades como visitante, ele deixou as polêmicas de lado e frisou que as condições da grama poderão favorecer o Flamengo.

"Já joguei em São Januário muitas vezes. Pelo que vi, o campo está em condição, e isso é o mais interessante. A rivalidade existe, mas estamos acostumados. O que anima é o gramado, porque aí a gente pode ter futebol", declarou.

Treinador do Vasco, Jorginho foi elogiou o gramado e o colocou como referência entre os estádios do Rio de Janeiro.

"Claro que, jogando aqui, a gente conhece bem o gramado. Treinando todos os dias a gente se adapta muito bem. Hoje, acredito que é o melhor gramado do futebol carioca", destacou.

Embora em boas condições, o campo de São Januário vem sofrendo com a maratona de jogos neste início de ano. Por conta do fechamento de Maracanã e Engenhão, o estádio tem recebido os jogos não só do Vasco como alguns do Botafogo.

Sacrifica ainda mais o local o fato de o Cruzmaltino treinar todos os dias ali. E a solução para um descanso maior da grama já foi até providenciada no fim do ano passado, mas ainda não está disponível: o campo anexo, situado abaixo da arquibancada de São Januário e que tem sido construído em ritmo lento.

A previsão inicial, que já foi de março de 2016, foi prorrogada agora para maio ou junho. O local, no momento, passa pela limpeza e demarcação do terreno. O torcedor do Flamengo, inclusive, que adentrar o estádio neste domingo se deparará com a obra logo na entrada, ao lado direito. O setor, no entanto, está isolado por grades fixas.

Fonte: UOL