Presidente do Urubu volta a criticar a possível venda da SAF do Vasco a Marcos Lamacchia e diz que irá à Justiça: 'Isso é ilegal'
Quinta-feira, 09/07/2026 - 17:56
Venê Casagrande @venecasagrande
Presidente do Flamengo, Bap volta a criticar a possível venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia e promete ir à Justiça!

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Fonte: X do jornalista Venê Casagrande/SBT


Presidente do Flamengo volta a atacar SAF do Vasco: "Não pode"



A possível venda da SAF do Vasco para o empresário Marcos Lamacchia voltou a ser alvo de críticas públicas.

Desta vez, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, afirmou que pretende recorrer à Justiça caso a operação seja concretizada, alegando que a transação violaria regras da FIFA e do futebol brasileiro.

As declarações aumentam a repercussão em torno do negócio, que ainda depende da conclusão de etapas jurídicas e societárias para ser oficializado.

Bap voltou a defender que existem impedimentos regulatórios para a operação e afirmou que a discussão não é uma questão de rivalidade entre os clubes.

Bap critica operação envolvendo a SAF

Ao comentar o assunto, o presidente do Flamengo reiterou sua posição contrária ao modelo da negociação.

"Isso é ilegal pela FIFA e pelo código brasileiro. ‘Aí mas eu sou madrasta dele', mas está claro no código da FIFA e da CBF: não pode. Qual é a parte do ‘não' que eles não entenderam?"

Na sequência, Bap afirmou que sua manifestação não tem relação com a rivalidade entre Flamengo e Vasco.

"As pessoas dizem que eu sou contra o Vasco. Aliás, eu sou filho de vascaíno, meu pai é vascaíno, eu não tenho nada contra o Vasco. Não é o Bap que é contra isso, é a lei."

Negociação segue em andamento

A venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia ainda não foi concluída. O processo permanece condicionado às definições judiciais envolvendo a administração da SAF e ao cumprimento das etapas previstas para a operação.

Nos últimos dias, representantes do grupo investidor afirmaram que os termos comerciais já estão negociados, restando a assinatura dos contratos quando houver segurança jurídica para a conclusão do negócio.

Enquanto isso, a possível operação continua gerando manifestações de diferentes agentes do futebol brasileiro e deverá seguir em debate até que haja uma definição sobre sua viabilidade jurídica e regulatória.

Fonte: Vascaino.net