Gramado de São Januário gera insatisfação no Vasco; clube cobra ajustes da Greenleaf
O gramado de São Januário é um tema de insatisfação geral no Vasco. Há uma avaliação de que a altura da grama entregue pela Greenleaf Gramados, empresa responsável pela manutenção do campo, não atende ao padrão desejado pelo clube e influencia diretamente na dinâmica dos jogos em casa.
Internamente, a avaliação é de que ainda não há um ponto de equilíbrio no gramado de São Januário. O ge apurou que a discussão gira em torno da altura da grama e do impacto direto na velocidade da bola. Em alguns jogos, a grama foi cortada mais alta, o que deixa o jogo mais lento — cenário que não agrada à comissão técnica. Em outras ocasiões, os cortes foram "baixos demais", que acabam gerando irregularidade e deixando a bola mais viva.
O gramado vem incomodando tanto atletas quanto a comissão técnica de Renato Gaúcho e a direção do Vasco, principalmente o presidente Pedrinho. Há uma avaliação, inclusive, sobre uma possível troca de empresa.
A insatisfação foi novamente tema entre a diretoria nesta quarta-feira, quando o time carioca empatou em 2 a 2 com o Paysandu e garantiu classificação às oitavas de final da Copa do Brasil. Um lance utilizado como exemplo foi o gol contra de Saldivia, aos 55 segundos da etapa final. Apesar de também haver o reconhecimento do erro técnico do zagueiro, houve uma avaliação de que o gramado prejudicou a ação do uruguaio, pelo quique veloz praticamente em cima do defensor na área (veja o lance no vídeo abaixo).
Com 1 min do 2º tempo - gol contra de Saldivia, do Vasco, para o Paysandu
A Greenleaf foi responsável pela troca completa do gramado de São Januário, no fim do ano passado, para resolver o problema de manchas presentes no campo. A empresa utilizou uma nova espécie de grama no plantio, conhecida como Bermuda Celebration, que já era utilizada no CT Moacyr Barbosa e está presente em diversos estádios da elite do futebol brasileiro
Fonte: ge